" Só aqueles que tem paciência para fazer as coisas simples com perfeição é que irão adquirir habilidade para fazer coisas difíceis com facilidade"
Johann Christoph Friedrich

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ameixas Pretas Assadas

Receita de verão: Ameixas Pretas Assadas




Receita no calor não precisa ser só sorvete, pode ser até quente… O importante é que seja leve e fácil, pois ninguém quer passar horas na cozinha quando o termômetro está marcando 40 graus lá fora. Essa receita de ameixas assadas cai bem nessa estação, é bem prática e fica com uma cor linda que só! Quanto mais maduras e docinhas estiverem as ameixas, melhor vai ser o resultado. Aqui eu servi com um pouco de cream cheese batido com açúcar de confeiteiro. Mas se você é daquelas pessoas que não dispensa um sorvete, fica ótimo com sorvete de creme ou de queijo.


Ingredientes

1 colher de sopa de manteiga
Raspas e suco de 1 laranja grande
3 colheres de sopa de açúcar mascavo
1 pedaço médio de gengibre (mais ou menos 4-5 cm)
2 pedaços de canela em pau
1/2 colher de chá de canela em pó
1 pitada de sal marinho
4 ameixas pretas bem maduras
150g de cream cheese (temperatura ambiente)
1/4 de xícara de açúcar de confeiteiro




Instruções

Pré-aquecer o forno a 200 graus C. Cortar as ameixas ao meio e tirar o caroço. Descascar o gengibre e ralar no ralador fino. Em um recipiente grande o bastante para comportar 8 metades de ameixa em apenas uma camada, colocar 1 colher de sopa de manteiga e levar ao forno até derreter (mais ou menos 3 mins). Retirar do forno e juntar 1 colher de sopa de açúcar mascavo, o suco e as raspas de uma laranja, 1 pitadinha de sal e o gengibre ralado. Misturar bem. Acrescentar a canela e as ameixas, com a metade cortada para baixo. Salpicar 1 colher de sopa de açúcar mascavo por cima e levar ao forno por 15 mins. Ao final desse tempo, retirar do forno, virar as ameixas para cima, salpicar o resto do açúcar mascavo e a canela em pó, e levar ao forno por mais 15 mins. Bater o cream cheese com o açúcar de confeiteiro até ficar bem macio. Servir as ameixas ainda quentes com uma boa colherada de cream cheese por cima. Não esqueça de regar com um pouco da calda que se forma no fundo do recipiente.


 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Alinea de Grant Achatz

Alinea de Grant Achatz

 
 

 
“O Alinea pode ser considerado o exemplo do restaurante do futuro. O Chef Grant Achatz repensou completamente a experiência de comer fora de casa: pratos pequenos, que são suspensos por fios e algumas criações que são servidas diretamente na mesa; a comida é feita utilizando géis, espumas, pós e concentrações.”

Introduzindo o Alinea


O restaurante Alinea, situado em Chicago, não tem nenhuma descrição em sua fachada.
 
Em Outubro de 2008, Grant Achatz e o co-autor Nick Kokonas publicaram Alinea, um livro que reúne mais de 100 das receitas do restaurante.
 
A narrativa do livro segue a vida de Achatz e sua equipe na cozinha, e inclui mais de 400 fotos, feitas por Lara Kastner,  da equipe em ação. Alinea é um restaurante situado em Chicago, que foi inaugurado em 4 de maio de 2005. Seu Chef e dono, Grant Achatz, é conhecido por suas preparações e desconstruções de sabores clássicos. Em 2010, Alinea se tornou um dos únicos dois restaurantes em Chicago que receberam a maior pontuação de 3 estrelas do Michelin Guide e foi revisado subsequentemente pelo crítico Sam Sifton no The New York Times. O restaurante tem este nome devido ao símbolo “alínea” (¶),  que vem junto à sua marca. Alinea ficou em primeiro lugar no guia “Elite Traveler World’s Top Restaurants”, em 2012.
 
 
 
 


 
 
 
 
O Alinea hoje é o sexto melhor restaurante do mundo, segundo o “World’s 50 best restaurants“, e o melhor restaurante da América segundo a revista Gourmet.

Grant Achatz


 
Grant Achatz nasceu em 1974, no Michigan, e cresceu na cozinha (seus pais e avós eram donos de restaurantes). Aos 12 anos já cozinhava, e a criatividade e curiosidade só aumentaram com o passar dos anos. Passava maior parte de seu tempo livre aprendendo e desenvolvendo suas habilidades, que o tornaria um dos maiores inovadores do ramo. Desde cedo ele decidiu que queria ser um chef e assim que terminou a escola entrou imediatamente para o Instituto Americano de Culinária.
Achatz se formou e ascendeu na carreira culinária em vários restaurantes de renome, incluindo o aclamado French Laundry em Napa Valley. Trabalhando próximo a Thomas Keller, Achatz aumentou ainda mais sua criatividade e, após dois anos, se tornou sous chef de Keller. Após quatro anos no French Laundry, Achatz decidiu ampliar seus conhecimentos e trabalhou no La Jota Vineyards. Em 2001, ele aceitou o cargo de Chef Executivo no restaurante quatro-estrelas Trio, de Illinois.
No Trio, Achatz recebeu muitos elogios, sendo nomeado o “Chefe em ascensão”, pela Fundação James Beard, em 2003, e um dos dez “Melhores novos chefes da América”, pela revista Food & Wine, em 2002. Sob a liderança de Achatz, Trio recebeu quatro estrelas pelo Chicago Tribune e a revista Chicago, e recebeu cinco estrelas pelo Mobil travel Guide em maio de 2005. Conhecido internacionalmente nos círculos culinários como um dos líderes de um movimento de inovação, Achatz realizou um sonho de muitos anos ao abrir o Alinea em Chicago, em maio de 2005. O restaurante recebeu total atenção desde seu primeiro dia de funcionamento, e foi nomeado pela Fundação James Beard como o Melhor Novo Restaurante da América no mesmo ano.
Sob a liderança do Chef Achatz, Alinea recebeu atenção ao redor do mundo por sua abordagem emocional e hipermoderna. Alinea recebeu quatro estrelas pelo Chicago Tribune e a revista Chicago, Achatz foi nomeado “O novo grande chef americano” pelo The New York Times (em Setembro de 2005) e em Outubro de 2006 o Alinea recebeu Cinco Diamantes do AAA e Ruth Reichl da revista Gourmet declarou Alinea o “Melhor restaurante da América” em sua lista de 50 melhores restaurantes da América.
Grant Achatz é o gerente e parceiro da Achatz LLC, formada para imaginar, criar e gerenciar o Alinea. Grant dirigiu a montagem do grupo de profissionais criativos que se uniram para realizar sua visão como um chef. Grant supervisiona as operações completas do Alinea em uma base diária, além de seus deveres como chef.
 
 

Inovações do Alinea

Veja agora a apresentação de uma sobremesa:
 
 
 
 
 
 
 
 

Receita de Trufa de Brigadeiro

 

Quer se você se aventurar a fazer uma deliciosa Trufa de Brigadeiro? A receita é simples e, se quiser, também dá para usar como recheio de bolo!

ingredientes

Recheio:
  • . 1 lata de leite condensado
  • . 1 colher (sopa) de manteiga
  • . 2 colheres (sopa) de chocolate em pó
  • Trufa:
  • . 500 g de chocolate branco
  • . 5 colheres (sopa) de licor de amêndoa
  • . 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • . 2 colheres (sopa) de rum
  • . 1/2 colher (sopa) de manteiga
 
Cobertura:
  • . 500 g de chocolate ao leite
  • . Chocolate granulado para decorar

modo de preparo

  • Recheio: Misture os ingredientes, leve ao fogo baixo e mexa sem parar até soltar do fundo da panela. Despeje em uma travessa úmida e deixe esfriar. Unte as mãos com manteiga e enrole os brigadeiros. Reserve.
  • Trufa: Derreta o chocolate branco em banho-maria e acrescente o restante dos ingredientes. Mexa bem e leve à geladeira por 5 horas. Enrole o brigadeiro na massa de chocolate branco e reserve.
  • Cobertura: Derreta o chocolate ao leite e mexa até esfriar. Banhe as trufas e decore-as com o chocolate granulado.
Pronto! Agora, basta saborear esta delícia receita de Trufas de Brigadeiro.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Salada com Queijo Feta, Agrião, Rúcula e Vinagrete de Framboesa.



   

Essa Salada é assim, quente e fria, o salgado do queijo feta com o doce do mel, que também contrasta com o amargo da rúcula, do agrião e com azedinho da framboesa.
 


Ingredientes
(Serve 2 pessoas como entrada ou 1 como refeição):


8-10 framboesas
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de vinagre de vinho branco
1 colher de chá de mel

2 colheres de sopa de cebola roxa picadinha
100g de queijo feta
2 raminhos de tomilho

2 mãos cheias de agrião e rúcula (as menores que conseguir - baby) Sal marinho e pimenta preta moída na hora
Azeite


 


Instruções:


Pré-aquecer o forno a 220 graus C. Cortar o queijo feta em 2 pedaços com 50g cada. Colocar em um tabuleiro anti-aderente (ou uma frigideira que possa ir ao forno), regar com um pouco de azeite, virando o pedaço de queijo para “untar” todos os lados. Tirar as folhinhas de um ramo de tomilho e salpicar sobre o queijo. Colocar o outro ramo inteiro por cima. Temperar com pimenta do reino. Levar ao forno por 8 mins.
Enquanto isso, preparar o vinagrete de framboesa. Colocar a framboesas em um recipiente e amassar com o garfo até formar um purê. Juntar 1 colher de sopa de azeite, o vinagre, o mel e a cebola picadinha em cubinhos pequenos. Temperar com um pouco de pimenta do reino e sal marinho (colocar pouco sal pois o queijo já é salgado). Misturar bem e dividir entre dois pratinhos fundos.
Ao final dos 8 mins, retirar o queijo do forno, descartar o ramo de tomilho que ficou inteiro, e deixar esfriar por 2 mins. Dividir as folhinhas de agrião e rúcula entre os dois pratinhos. Colocar o queijo feta por cima, regar com um pouquinho de azeite e servir em seguida
 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Orgulho brasileiro

 


Dois restaurantes brasileiros entraram na lista dos melhores restaurantes do mundo, divulgada no início de maio pela Restaurant. Avaliar “os melhores restaurantes” é muito relativo, por isso, a publicação ouviu opiniões de 900 experts do mercado, para que o resultado fosse o mais diversificado e preciso possível. O corpo de jurados é complexo, reunindo chefs, donos de restaurantes, gourmets e jornalistas especializados em gastronomia. Há uma série de regras a serem cumpridas por eles, como não votar no próprio estabelecimento quando se trata de proprietário ou cozinheiro e tiver visitado o lugar escolhido nos últimos dezoito meses.
Fortes rumores apostavam que o D.O.M, do chef paulistano Alex Atala, levaria a melhor, mas ele caiu da quarta para a sexta posição no ranking. Mesmo assim, sentimos um enorme orgulho pelo simples fato der ser apontado como um dos favoritos, já que a alta gastronomia no Brasil, apesar da facilidade e diversidade de produtos que são criados “em casa”, deslanchou bem mais tarde do que nos outros países.
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E temos mais motivos ainda pra comemorar. Este ano, o saldo brasileiro na lista foi positivo, já que outra representante do país entrou na seleção dos 50 melhores do planeta. Os chefs do Maní, Helena Rizzo e Daniel Redondo, subiram do 51º lugar para o 46º. A lista traz, ainda, Roberta Sudbrack, do Rio de Janeiro, em 80º lugar.
Além de ser brilhante no fogão, o chef Alex Atala foi incluído pela revista Time na lista das cem pessoas mais influentes do mundo e, ao escrever sobre ele, Redzepi, do Noma, o classificou como um gigante entre os chefs, destacando o fascínio que Atala exerce ao inserir na alta gastronomia ingredientes tipicamente brasileiros: piprioca, pupunha, tucupi, cupuaçu e baru estão entre os itens que Atala explora em sua cozinha. “É preciso cozinhar e comer como cidadão”, afirma o chef no site do restaurante D.O.M, inaugurado em 1999.
A dupla do Maní, também muito reconhecida no Brasil, recebeu elogios não apenas pela competência. Falando durante o evento sobre o restaurante, o mestre de cerimônia britânico mencionou a mandioca ao descrever os ingredientes que fazem a fama do restaurante: “Não sei o que é, mas soa delicioso”!
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Gelatina de maçã sorbet de aipo nozes e emulsão de gorgonzola_Mani
Já a chef Roberta Sudbrack foi a única carioca que ocupou um lugar de destaque no ranking, mesmo que bem abaixo dos paulistas. A chef merece aplausos por toda a sua batalha em prol dos produtos nacionais e por figurar na lista dos 100 melhores do mundo, um excelente feito, tendo em vista a quantidade de ótimos restaurantes espalhados pelo mundo inteiro.
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Confira a lista dos 50 melhores Restaurantes do Mundo:
1. El Celler de Can Roca, Girona, Espanha
2. Noma, Copenhague, Dinamarca
3. Osteria Francescana, Modena, Itália
4. Mugaritz, San Sebastián, Espanha
5. Eleven Madison Park, Nova York, Estados Unidos
6. D.O.M., São Paulo, Brasil
7. Dinner by Heston Blumenthal, Londres, Reino Unido
8. Arzak, San Sebastián, Espanha
9. Steirereck, Viena, Áustria
10. Vendôme Bergisch Gladbach, Alemanha
11. Per Se, Nova York, Estados Unidos
12. Frantzén/Lindeberg, Estocolmo, Suécia
13. The Ledbury, Londres, Reino Unido
14. Astrid y Gastón, Lima, Peru
15. Alinea, Chicago, Estados Unidos
16. L’Arpège, Paris, França
17. Pujol, Cidade do México, México
18. Le Chateaubriand, Paris, França
19. Le Bernardin, Nova York, Estados Unidos
20. Narisawa, Tóquio, Japão
21. Attica, Melbourne, Austrália
22. Nihonryori RyuGin, Tóquio, Japão
23. L’Astrance, Paris, França
24. L’Atelier Saint-Germain de Joël Robuchon, Paris, França
25. Hof Van Cleve, Kruishoutem, Bélgica
26. Quique Dacosta, Dénia, Espanha
27. Le Calandre, Rubano, Itália
28. Mirazur, Menton, França
29. Daniel, Nova York, Estados Unidos
30. Aqua, Wolfsburg, Alemanha
31. Biko, Cidade de México, México
32. Nahm, Bangcoc, Tailândia
33. The Fat Duck, Bray, Reino Unido
34. Fäviken, Järpen, Suécia
35. Oud Sluis, Sluis, Bélgica
36. Amber, Hong Kong, China
37. Vila Joya, Albufeira, Portugal
38. Restaurant Andre, Cingapura
39. 8 1/2 Otto E Mezzo Bombana, Hong Kong, China
40. Combal.Zero, Rivoli, Itália
41. Piazza Duomo, Alba, Itália
42. Schloss Schauenstein, Fürstenau, Suíça
43. Mr & Mrs Bund, Xangai, China
44. Asador Etxebarri, Atxondo, Espanha
45. Geranium, Copenhagen, Dinamarca
46. Mani, São Paulo, Brasil
47. The French Laundry, Yountville, Estados Unidos
48. Quay, Sydney, Australia
49. Septime, Paris, França
50. Central, Lima, Peru
 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Nigiri, sashimi e maki!

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Pra falar de sushi, é preciso saber quem é quem nessa culinária tão artística!
 
Maki, em japonês, quer dizer rolo ou enrolar. Então, tudo que leva maki no nome, refere-se aos rolinhos:
hossomaki (hosso=fino) enrolado com arroz para dentro
uramaki (ura = fora) com arroz para fora 
Outro integrante da família é o temakiTe, em japonês, quer dizer mão. Temaki seria algo como “enrolado com as mãos”, sem o uso da esteirinha de bambu, e é comido feito sorvete.
 
Já os nigiris, são bolinhos de arroz cobertos com algum peixe ou fruto do mar, de modo geral. Mas também podem ser cobertos com omelete japonês (tamago) e kani, por exemplo, presos por uma tirinha de nori (alga).

 

Por fim, sashimi é apenas o peixe cru em fatias, sem arroz, e há uma infinidade deles. Os mais comuns aqui no Brasil são os de salmão, atum e os de peixe branco (linguado, olhete, dourado, prego, tainha, namorado, etc, etc…).